terça-feira, 26 de julho de 2016

Lifestyle | Mais um capítulo, venha o próximo!

Na última semana, vi o meu ultimo editorial publicado na revista Máxima! Fiquei muito orgulhosa e feliz por ter conseguido terminar com sucesso este desafio! Desafio esse que coloquei a mim mesma e que há partida não tinha a certeza se conseguiria concluir... Fazer um curso de Styling e Produção de Moda, que me obrigaria a deslocações recorrentes à capital e numa fase em que tenho filhos pequenos e toda uma vida profissional, familiar e pessoal para gerir... Bem, mas nem isso me demoveu e lá me atirei de cabeça... Coração e alma! E assim foi... Durante 4 meses e, perante algum esforço, o tempo mais uma vez voo e quando parecia que mal estávamos a começar já tudo estava a acabar... Mas, mais uma vez confirmo que quando colocamos amor e dedicação, nos disciplinamos e não perdemos o foco, tudo se consegue! Agora, venha o próximo desafio, que eu cá estarei para arregaçar novamente as mangas e dar o melhor de mim!


Beijo*
Dona Micas

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Fashion | Hoje foi assim... #10

Hoje foi yellow mood...

Quem me conhece, sabe que as minhas cores de eleição não são, com toda a certeza, as cores mais vivas e luminosas deste mundo mas, chega o tempo quente e lá dou uma oportunidade a tons mais fortes! 

Hoje, e correndo sérios riscos devido à típica nortada aveirense, foi dia de usar um vestido bem antigo mas, que continua actual! De tecido leve e fluído é a opção ideal para estes dias mais quentes que convidam a peças mais frescas. Os off shoulders são o it da estação e podem ser uma escolha acertada para biótipos triângulo.










Vestido - Zara | Sandálias - Stradivarius | Mala - Carolina Herrera | Óculos de Sol - Ray Ban | Pulseiras - Pandora

Beijo*
Dona Micas

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Family | Não é mais uma bebé...


Percebes que o teu filho acabou de festejar o primeiro aniversário... Que a tua filha já não é mais uma bebé... Que ambos crescem a olhos vistos... E que, o tempo corre...

Seria possível colocar tudo isto em pausa, please??!! Quê, quando dermos por ela eles estão na universidade, casados, com filhos e nós a precisar de garrafas de oxigénio?! Quem quer que seja que manda nisto, será que pode acalmar os cavalitos?! Há muita coisa para viver, ok?!

Vamos lá ter mais calma que os pais precisam de tempo para se acostumarem à ideia de que têm que deixar os filhos voar... 
Primeiro a ida para a escola, os primeiros passos e depois tudo se complica... Depois vêm os os passeios escolares, sim, esses que levam os miúdos para longe durante uma tarde e nós ficamos quase em apneia, depois são as idas à praia, em que durante 15 dias os binoculos poderiam ser os melhores aliados de espionagem e depois... Depois o espírito aventureiro desta geração! Coração de mãe não aguenta!

Como é que uma pisca de 4 anos e meio quer fazer escalada e uma descida de rapel?! Volto a dizer, coração de mãe não aguenta! Tal aconteceu no Festival do Panda, aquele que no ranking de festivais de Verão conseguiu a nossa presença, onde no meio de tanta atracção, foi o amor arrebatador da princesa, que nem perante uma espera de quase duas horas a demoveu de tal obstinação! 
Uma espera estóica, que quase teria saído lograda, face a uma vontade de xixi... Mas nem isso, nem isso fez com que, com muita pena da mãe, desistisse de tal aventura! E a valente, enquanto se preparava, lá via outros, bem mais crescidos, que subiam corajosamente a parede de cordas mas que, na descida, as pernas tremiam e só o faziam agarradinhos a um adulto que os fosse buscar. Não era nada com ela... Subiu com tal ligeireza, com tal agilidade e confiança que nos deixou de cara à banda! O topo tinha sido alcançado! E a descida?! Seria capaz?! Ela espreitou, mediu alturas e esticou o seu dedito, num "fixe" corajoso! E contra todos os nossos receios, dominou a corda e rapidamente calcou terra firme! 

E assim, mais uma vez, somos surpreendidos... Eles crescem sem pre aviso! Em modo fast and furious! E nestes momentos pensas, bolas... Isto é assim?! E em silêncio pedes novamente, será que alguém pode acalmar os cavalitos?




Beijo*
Dona Micas

Fashion | Quem não tem cão, caça com gato... #2

Mais um exemplo de que, as grandes cadeias, se inspiram nos grandes designers para que a moda chegue a todas as carteiras!


Quem não tem cão, caça com gato... #2

Fashion | Workshop - Cada Corpo, Seu Bikini

Já no próximo sábado, a Body Luxury Clinic, em Aveiro, abre as suas portas para mais um workshop.  O tema escolhido, desta vez, surgiu a partir das questões que várias clientes de Consultoria de Imagem foram colocando! Tenho pouco peito, que tipo de bikini devo escolher? A minha barriga é mais proeminente, a melhor opção para mim é o fato de banho ou, uma cueca mais subida, favorece também a minha silhueta?? Estas são algumas das dúvidas que surgem na hora de comprar uma roupa de banho (pois ninguém é perfeito!). 
Escolher um bikini, na imensidão de ofertas do nosso mercado, pode tonar-se uma tarefa complicada, no entanto, se conhecermos algumas regras, facilmente se tomam decisões acertadas.

Este workshop é gratuito para as suas participantes mas tem um numero limitado de vagas! Se estiver interessada contacte a clínica e reserve o seu lugar.


Beijo*
Dona Micas

domingo, 17 de julho de 2016

Lifestyle | Dona Micas entrevista... Judite Resende #4

E porque rir é sempre o melhor remédio, apresento-vos Judite Resende, uma expert na arte de rir! Conheci a Judite há algum tempo e achei super interessante partilhar, aqui no blog, como um acto tão simples como o rir, nos pode fazer um bem imenso.


Nome: Judite Resende  
Idade: 32 anos   
Profissão: Formadora e Facilitadora de Desenvolvimento Pessoal



Apresenta-te, fala-nos um pouco à cerca de ti.
Sou a Judite, a Ju para os amigos e a Kika lá em casa. Sou uma sonhadora e coloco essa energia, a de que tudo é possível, nas coisas que faço.
Palavras como ajuda, partilha, dar e receber fazem muito sentido para mim. São como palavras de ordem na minha motivação diária.
A minha imagem de marca é o meu sorriso. Uma vez tentaram que eu fizesse uma cara triste numa sessão fotográfica, mas desistiram porque o músculo está demasiado treinado para este formato.
Sou uma apaixonada pela interação com as pessoas e estou sempre a absorver conhecimento em todo o lado. Todos os dias invento coisas novas para fazer ou desenvolver. Raramente saio de casa sem um caderno e uma caneta para poder ir escrevendo todas as ideias.
Se neste momento não fizesse o que faço, estaria a percorrer o mundo de mochila às costas, sem data para voltar. Levaria apenas coisas muito essenciais e algo onde pudesse escrever para partilhar a minha viagem.
E no final da minha vida muito provavelmente serei conhecida como escritora ou pintora. Neste momento não tenho dedicado muito a estas paixões, mas vejo-as como as profissões da minha maturidade.
Por agora dedico-me, entre outras coisas, a fazer crescer a Laranja –Desenvolvimento Pessoal e levar as minhas facilitações a cada vez mais pessoas.

Esclarece-nos acerca da tua profissão, o que faz exatamente um terapeuta do riso?
Um terapeuta do riso é um facilitador de ferramentas de autodescoberta e desenvolvimento pessoal, que tem como base de trabalho a indução de um estado positivo no corpo e na mente.
Através de exercícios de provocação do riso, sob a forma de dinâmicas individuais ou em grupo de extra ou introspeção com o complemento da provocação de pensamentos positivos sob a via da partilha de emoções e estados positivos da mente.
O que acontece durante uma sessão de terapia do riso, mais propriamente Yoga do Riso que é a minha base de formação é que entramos num estado de meditação ativa, passamos a estar naquele momento, presentes, longe das preocupações, pensamentos negativos e dores físicas ou emocionais. Passamos a ter uma maior consciência do nosso poder quando utilizamos o riso.
Neste processo, a facilidade que o participante tem em rir é condicionamento apenas no tempo em que entra neste estado meditativo, pois o nosso cérebro não distingue o riso falso do verdadeiro para poder segregar hormonas como serotonina, endorfina, dopamina e até adrenalina. Assim, independente da vontade de rir, todos beneficiam deste presente que o nosso corpo se oferece.
Claro que a prática e a interação vão permitir que de sessão para sessão o efeito seja mais rápido. Com a prática cria-se o hábito de rir mesmo fora da sala, atingindo o lema desta ferramenta: Rir sem motivo!


Como te ligaste à terapia do riso?
Eu tenho formação académica na área da ecologia, onde me licenciei e inclusivé frequentei um curso de mestrado. O ambiente sempre foi uma preocupação pessoal, mas a escolha desta área de estudos foi casual, porque não sabia o que realmente me motivava profissionalmente.
Quando comecei a trabalhar como formadora descobri que adorava esta profissão. Apaixonei-me pela partilha com as pessoas e cada vez mais me especializei em formação comportamental.
Foi na busca de ferramentas práticas para uma formação de gestão de stress que descobri oficialmente que existe a Terapia do Riso.
Decidi fazer o curso de Laughter Yoga Leader, pelo método da Laught Internacional University e a partir do dia que sai com o certificado, tudo mudou na minha vida. Estava oficializado o caminho que eu realmente queria seguir: trabalhar com o Desenvolvimento Pessoal. Entretanto também já tinha iniciado o estudo de outras ferramentas.

Para ti qual é a importância/poder do riso e os seus efeitos na vida das pessoas?
Profissionalmente utilizo a minha formação em Yoga do Riso para introduzir a facilitação de outras ferramentas de Desenvolvimento Pessoal. Ao atingir um equilíbrio orgânico com os benefícios do riso no nosso organismo é mais fácil utilizar outras ferramentas com vista ao atingimento de objetivos ou na descoberta do que nos faz felizes.
Mas da mesma forma que utilizo o riso como ferramenta, também é o meu objetivo que ele esteja sempre presente na vida das outras pessoas. O lema da Laranja é “Devolver de nós para nós o poder do riso”.
O riso é das ferramentas mais poderosas que temos, que nos traz benefícios de saúde, mas também de socialização. Ao contrário dos nossos ditados populares, o riso deve sempre estar presente e é sinal de saúde e capacidade de estar presente e estabelecer relações. É preciso que o nosso condicionamento social deixe de ser expressivo, e a nossa natureza tenha mais espaço no nosso dia a dia.
Rir é das primeiras e das últimas coisas que fazemos enquanto seres humanos, num ciclo natural de vida. Quando não temos consciência de sociedade e de todas as preocupações que o nosso estilo de vida acarreta, somos seres risonhos. Neste intervalo somos educados para deixar de o ser.


O que mais gostas na tua profissão?
Estar com pessoas. Estar com pessoas em abertura para a partilha. Gosto muito de dar e estou sempre disponível para receber.
Trabalhar com Desenvolvimento Pessoal traz-nos a este momento. E isso faz-me feliz e concretizada com aquilo que me proponho fazer nesta área.
A consciência da diversidade humana, mas também das características em que convergimos. Em ambas posso, com aquilo que sei fazer, ajudar que as pessoas me procuram levem algo mais com elas. Na verdade, muitas vezes levam o mesmo mais a consciência do que traziam e não sabiam.

Para o futuro vais continuar a aligeirar a vida dos portugueses através do riso ou tens outros planos/projectos que gostarias de abraçar?
Claro que sim! Eu tenho e sempre tive uma facilidade de utilizar o riso em todos os momentos da minha vida. Mas sei que está na tradição portuguesa evitá-lo quanto possível, ou induzir estados emocionais que reduzem esta capacidade.
A minha missão é desmitificar a conotação negativa que se dá ao riso, nos vários meios e relações sociais, quer em contexto pessoal e familiar, quer no contexto profissional e institucional.
O riso dá-nos poder. O poder de sermos nós próprios, de expressar a nossa individualidade e também de demarcar as nossas interações sociais. Melhora os relacionamentos e a comunicação. E é um auxiliar num caminho com felicidade, algo que tantos de nós procuramos.
A nossa sociedade começou a mudar. Cada vez mais há uma preocupação para o conhecimento e desenvolvimento do eu. Mas ainda há muito trabalho pela frente.
Como este não é o único método com que trabalho e adianto que se aguardam muitas novidades.
Tenho um objetivo claro, de ser a minha melhor versão. E como facilitadora de desenvolvimento pessoal integro às ferramentas que adquiro um trabalho com o coração e intuição. E enquanto sentir que posso saber ou fazer um pouco mais pelas pessoas, vão existir sempre projetos novos.

Como é o teu dia a dia?
Como tenho várias atividades com que trabalho, o meu dia a dia não tem um formato típico. Varia com a agenda de trabalho, mas tem alguns momentos que tem características muito comuns.
É exemplo disso a minha rotina matinal, logo após acordar. Sempre que posso e me consigo deitar cedo, vou ao ginásio logo de madrugada.
É importante para mim ter um momento para me centrar e meditar sobre mim, e organizar o meu dia, por isso há sempre um momento para estar nessa comunhão comigo mesma.
A seguir, um pequeno-almoço, que normalmente não é pequeno e que gosto de o tomar com calma.
O resto do dia vai indo com as atividades e compromissos. E sempre que posso termino o dia com um café ou um jantar com pessoas próximas.
A maior parte das vezes entusiasmo-me com os meus projetos e ainda trabalho depois disso. Se me perguntasses agora por um animal com que me identifico, eu responderia que é a coruja, porque a minha sapiência e criatividade é muito activa à noite.

O que mais gostas de fazer nos teus tempos livres?
Aprender, passear e sonhar.
Aprender coisas novas e que não tenham uma ligação direta com o que faço. Aprender só pelo prazer de saber um pouco mais.
Passear sem tempo nem destino marcado. Fazer uma road trip ou uma descoberta pelas ruas de uma nova aldeia ou cidade. Quando o tempo é mais apertado, explorar os cantos da cidade onde vivo.
Sonhar e partilhar esses sonhos, na escrita, na pintura ou em trabalhos manuais. Criar e procurar coisas novas. Ler.

Gostas de moda? Como definirias o teu estilo?
Gosto muito, e durante a adolescência durante muito tempo pensei seguir a área do design de moda. Com o tempo fui afastando desse objetivo e faço algumas coisas só por diversão.
Quanto ao meu estilo não tenho um estilo definido. O meu estilo é muito meu, muito emocional e orientado para estar integrado com o conjunto de atividades onde vou estar naquele dia. Há dias que me encontram muito formal de ambiente colarinho branco, outros em que poderia ter acabado de sair de um evento flower power.
Claro que junto à minha personalidade algumas peças tendência, se me fizerem sentir especial quando as compro.


Quais as peças que não dispensas? Que cores preferes usar?
No meu roupeiro é difícil encontrar calças, mas tenho sempre uns jeans básicos que possa levar para qualquer lado. Normalmente é a peça das viagens ou do dia “não tenho nada para vestir”.
O resto varia de saias e muitos vestidos com vários cumprimentos, cortes, estilo…
Quanto às cores, sou uma black addict, principalmente no inverno. No verão vou variando mais entre os tons pastel, claro conforme as tendências da cor do ano, mas com uma tendência para old pink.

És uma make up addicted ou adepta da cara lavada?
Sempre com make up, a menos que vá dormir ou para a praia. E mesmo para aqui, há sempre qualquer coisa que se possa acrescentar para complementar o protetor.
Faz parte do meu ritual matinal, mesmo que fique em casa, maquilhar-me. Estar sempre pronta para as surpresas do dia.
Sempre tive a predisposição para estar no meu melhor e agora que também trabalho com cosmética (eu disse que fazia várias coisas) tenho uma dedicação maior.

Um dia perfeito seria…
Num dia de sol seria levantar-me e ir correr junto ao rio ou ao mar, sem preocupação com a hora de voltar. Pelo caminho parar para tomar o melhor pequeno-almoço, o mais próximo possível da água.
Depois de algumas horas a facilitar desenvolvimento pessoal, algumas interações com pessoas e tempo para escrever ou produzir peças de criação manual.
E depois deste dia de trabalho, estaria pronta para mais um pouco de luz e sol e fins de tarde com pessoas especiais na minha vida. Se possível, ficar em animadas conversas pela noite dentro.
Nos dias de chuva gostava de aproveitar para programas mais culturais e algum tempo no sofá para pôr algumas séries e livros em dia.


Beijo*
Dona Micas

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Family | Faz hoje um ano...

Faz hoje um ano que chegou o nosso segundo maior tesouro... Daqueles que passamos 9 meses a sonhar, como será?!  Loiro, moreno, reguila ou um anjo caído dos céus?!  Nesses 9 meses fazemos planos, vivemos momentos de profunda alegria e quando menos esperamos, emergem medos... Seremos capazes?! Não importa se menino ou menina... Apenas que seja saudável e muito feliz! E assim passamos os dias nestes picos de emoção... O tempo passa, e quase sem darmos por ela, chega o dia... recebemo-lo nos braços e agradecemos aos céus por tal incomparável dádiva! 

Muito desejado e muito amado, mesmo antes de existir, mudou, mais uma vez, a nossa vida... O nosso príncipe chegou, e novamente, o cheirinho a bebé invadiu o nosso mundo, bem como uma alegria extrema, muitas vezes estranha, que dificilmente conseguimos traduzir em palavras... Se, por um lado o cansaço teima em marcar presença, tudo simplesmente se compõe quando encostamos a nós os nossos bens mais preciosos!

Este foi um ano de muitas mudanças, de imensas aprendizagens, de enormes conquistas... Para mim, para nós, para ele!
Bebé calminho, de sorriso fácil e de olhos doces, o lourinho da família que faz as maravilhas de todos os que o conhecem ou com o qual se cruzam!

E a nós nos lembra de como a vida é generosa, é tão maravilhosa, tão simples... se nos deixarmos apaixonar por ela!


Beijo*
Dona Micas

terça-feira, 5 de julho de 2016

Fashion | Hoje foi assim... #9

Depois de 11 dias de trabalho non stop... e que exigia um visual mais cuidado, hoje foi dia de regressar ao meu mood preferido, onde a palavra de ordem é, CONFORTO! 
Depois destes dias longe da rotina diária da casa, da família, dos filhos e dos mil e um projectos, foi tempo de resolver assuntos pendentes, rechear a dispensa, reunir com os professores da escola dos meninos e dar continuidade a outras questões profissionais que se estavam a atrasar... para isso, um visual descontraído, com peças soltas e fluidas em que os saltos ficaram de fora.

E nada como umas flores para alegrar o dia!






Camisa Longa - Zara | Culottes - Berskha | Alpercatas - Prada | Óculos de Sol - Carrera | Mala - Aldo | Anéis - H&M

Beijo*
Dona Micas